Carlos Hilsdorf – palestras motivacionais – vendas – liderança – negócios – empreendedorismo – inovação – motivação

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É bom ser do bem

É bom ser do bem

Existe uma antiga citação que propõe que o avanço do mal se deve ao fato que o mal é ousado e o bem é tímido!

As pessoas dedicadas à prática do bem costumam não divulgar muito suas ações. Primeiro porque não estão em busca de reconhecimento e afagos ao ego e à vaidade. Segundo porque entendem (ao menos alguns cristãos) que a passagem “…não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita…” – seja uma espécie de restrição à divulgação do bem que compartilhamos com o próximo.

O alerta faz mais sentido se entendido como uma advertência aos cuidados necessários para o não envaidecimento com qualquer participação nossa com o que denominamos a prática do bem, já que esta emana e pertence a Deus, que nos possibilita compartilhá-lo.

Pessoas envolvidas com a prática do mal parecem ousadas porque em sua insanidade não têm limites e não enxergam obstáculos à realização de seus desejos. Tentam intimidar aquelas que não aprovam sua maneira de agir. Ora, intimidar é tornar tímido, inerte, ou seja, paralisar a ação em sentido contrário.

O líder Martin Luther King também disse uma vez: “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons.”

Desta maneira, se estamos envolvidos com boas ações e causas nobres, não devemos jamais nos intimidar em praticá-las e em cativar outras pessoas através do exemplo para que façam outras tantas ações possíveis na semeadura da paz e do bem!

O bem não é tímido por natureza, é reservado. O bem não visa a autopromoção. Talvez por isso não tivemos a oportunidade de tomar conhecimento de fantásticas realizações em toda parte, às vezes na nossa própria rua, do lado da nossa casa.

Que tal apresentarmos uns aos outros as iniciativas de fazer o bem que encontrarmos pelo caminho, atuando como semeadores que distribuem as sementes com que somos presenteados ao longo da nossa jornada de vida?

Toda jornada de mil passos começa com o primeiro passo, propõe o taoísmo. Aqui vai um primeiro passo: conheça a campanha denominada “É bom ser do bem!”

Descubra que pequenas mudanças em nossas atitudes diárias possuem um extraordinário efeito multiplicador na construção de um mundo melhor. Esta filosofia está profundamente relacionada com a que eu propus no livro Atitudes Vencedoras e é a base de todo o meu trabalho e filosofia de vida. Por isso, hoje eu quis compartilhar isso com você!

O site da campanha é www.ebomserdobem.com.br.

Na hora de semear o bem não sejamos tímidos, a verdadeira ousadia reside em construir um mundo melhor!

Espalhe essa idéia!

Carlos Hilsdorf

É bom ser do bem

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Conheça os 12 princípios do consumo consciente

O Instituto Akatu, procurando orientar os consumidores, publicou uma cartilha contendo os 12 princípios do consumo consciente. Veja abaixo estas preciosas dicas e comece a praticá-las:

1. Planeje suas compras
Não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.

2. Avalie os impactos de seu consumo
Leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo.

3. Consuma apenas o necessário
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.

4. Reutilize produtos e embalagens
Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar.

5. Separe seu lixo
Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.

6. Use crédito conscientemente
Pense bem se o que você vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo de que poderá pagar as prestações.

7. Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas
Em suas escolhas de consumo, não olhe apenas preço e qualidade do produto. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente.

8. Não compre produtos piratas ou contrabandeados
Compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência.

9. Contribua para a melhoria de produtos e serviços
Adote uma postura ativa. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos e serviços.

10. Divulgue o consumo consciente
Seja um militante da causa: sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais próximas.

11.   Cobre dos políticos
Exija de partidos, candidatos e governantes propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática de consumo consciente.

12.  Reflita sobre seus valores
Avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo.

Fonte: Instituto Akatu

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7 Dicas para reduzir o stress

Algumas dicas simples podem ajudar você a reduzir o nível de estresse nesse mundo tão agitado em que vivemos.

stress - 7 dicas reduzir estresse

Veja abaixo, 7 dicas para reduzir o estresse:

1 – Não leve as coisas sempre para o lado pessoal – Faça um exercício e tente se distanciar dos problemas. Nunca questione sua capacidade ou valor diante das dificuldades. Desafios, críticas negativas e falhas fazem parte da vida em todas as áreas, sem que você seja culpado dessas situações.

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Entrevista para Portal Arca Universal

palestrante Carlos Hilsdorf

Com um vasto currículo como palestrante no Brasil e em outros países, como Alemanha e México, Carlos Hildorf é especialista em tudo que está ligado a atitudes no ambiente de trabalho e relacionamentos. Em conversa com o Portal Arca Universal, o profissional dá dicas bastante interessantes de como agir.

Confira a entrevista a seguir:

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Como você encara o trabalho? Tripalium x Póiesis

tripalium poiesis trabalho

O que torna as coisas especiais na vida é a maneira como as fazemos.

O significado especial que concedemos ao trabalho é a maior fonte de motivação para realizá-lo bem. Por isso, a importância de vivermos apaixonadamente, com entusiasmo e alegria.

Acontece que no dia a dia somos submetidos a uma série de estímulos contraproducentes ao bom desempenho das nossas funções. Estes estímulos vêm do comportamento de outras pessoas, das nossas crenças e ilusões e de fatores culturais tão arraigados que os incorporamos, reproduzimos e nem nos damos conta…

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7 dicas para ter boas ideias

Algumas condições ajudam a ter boas ideias.


Nós preparamos 7 dicas para você:

1 – Tempo para pensar: Não tenha pressa. O embrião de uma grande idéia pode levar anos até amadurecer. É como um organismo que se forma aos poucos. A idéia se alimenta de seu conhecimento. Steven Johnson, autor do livro “Where good ideas come from?” (De onde vêm as boas ideias?), chama esta gestação de “slow hunt” ou palpite demorado.

2 – Não existe “Eureka”: O momento “eureka” faz as histórias sobre grandes invenções ficarem mais emocionantes. Mas será que acontece assim mesmo? Para Steven Johnson, não. O nascimento de uma nova ideia é um processo mais penoso. Acontece quando rejeitamos ou reaproveitamos ideias antigas em novas combinações.

3 – A vida é melhor em grupo: A ideia não é uma coisa só, está mais para um enxame, afirma Steven Johnson, em seu livro. Se nos isolamos, corremos o risco de ficar presos a certos conceitos. Quando a informação circula, criamos uma rede fluida, inteligente e receptiva à novidades.

4 – Perder o foco é importante: Nem sempre ficar obcecado por um problema é a melhor tática para resolvê-lo. As ideias gostam de uma dose de dispersão. Elas podem amadurecer durante o sono, no banho ou em uma simples caminhada. Quer uma dica? Tenha um hobby.

5 – Adapte as ideias: As boas ideias são flexíveis e se adaptam a novos desafios. Elas costumam viver fora do território da rotina. Se ficarem rígidas demais, correm o risco de serem aplicadas uma única vez – ou nem isso – e morrem.

6 – Não rejeite o erro: Ideias que parecem boas podem falhar no mundo real. Encontram obstáculos intransponíveis e morrem. Isso se chama “erro”. Um erro serve para adubar o terreno onde vão nascer outras ideias. Elas se beneficiarão de ideias mortas e nascerão mais fortes.

7 – Bagunça organizada: É importante anotar tudo, sem catalogar. Ideias, citações, sonhos. Vale tudo. Assim, é possível combinar os pensamentos e imaginá-los de outros jeitos. Você pode usar um programa de computador ou um bloquinho de notas, mesmo. A Teoria da Evolução, por exemplo, foi vislumbrada por Darwin em suas próprias anotações.

Fonte: Época Online

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De onde vêm as boas ideias?

Olá amigos!

Todos nós queremos ser mais criativos e ter melhores ideias, não é mesmo? Saibam que é possível adotar uma postura que favorece o surgimento destas ideias. Confiram este fantástico vídeo que ilustra a metodologia de Steven Johnson para ter boas ideias!



Steven Johnson é um dos mais influentes pensadores do ciberespaço, segundo os periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. Johnson graduou-se em semiótica pela Brown University e em literatura inglesa pela Columbia University. Autor dos livros: Cultura da Interface, De cabeça aberta, Emergência, dentro outros.

Steven Johnson, citado como um dos mais influentes pensadores do ciberespaço pelos periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. Johnson graduou-se em semiótica pela Brown University e em literatura inglesa pela Columbia University. Autor dos livros: Cultura da Interface, De cabeça aberta, Emergência, dentro outros.
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O dia da mentira

dia da mentira

Há datas comemorativas pelas mais diversas razões. Algumas prestam homenagem a heróis, temos o dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, outros comemoram eventos religiosos, etc. Mas o primeiro de abril sobressai como a única data para comemorar a mentira. O dia da mentira, ou 1º de abril, é uma antiga comemoração e tem uma história curiosa.

Existem dúvidas sobre quando essa tradição engraçada começou, mas a explicação mais aceita liga o primeiro de abril à França do século XVI. Desde o começo do século XVI, o ano novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril. Até 1564, o calendário em vigor era o calendário Juliano, que considerava o início do ano novo em 1 de abril. De acordo com o livro “The Oxford Companion to the Year”, o rei Carlos IX, declarou que a França começaria a usar o calendário Gregoriano, onde o ano novo iniciaria em primeiro de janeiro.

Nem todos aceitaram essa mudança de datas, ao mesmo tempo, alguns acreditavam que as datas não deveriam ser alteradas, e foi esse pessoal que serviu de alvo às brincadeiras de primeiro de abril, pois foram considerados tolos (Nos países de língua inglesa, April Fool’s Day, “Dia dos Tolos de Abril”). As pessoas enviavam presentes e os convidavam para as falsas festas. Os cidadãos das zonas rurais da França também eram vítimas dessas piadas. Nesta época, as notícias viajavam lentamente e eles podem ter ficado sem saber sobre a troca de datas durante meses ou anos. E ainda tiveram que suportar as piadas por celebrarem o ano novo no dia errado.

Provavelmente, não se trata de uma coincidência que o dia da mentira seja comemorado ao mesmo tempo que outros dois outros dias semelhantes. Na Roma antiga o festival de Hilária foi uma iniciativa para celebrar a ressurreição do deus Átis. A palavra hilária, provavelmente, é derivada da palavra hilaridade e hilariante, ambas significando alegria ruidosa. Hoje em dia, Hilária é também conhecida como o Dia da risada romana. Na Índia, há um festival chamado “Holi” que comemora a chegada da primavera. Como parte do festival, as pessoas fazem brincadeiras e se lambuzam mutuamente com cores.

Não há uma conexão clara entre a observância moderna do dia da mentira e essas duas antigas comemorações, o que leva muitos historiadores a aceitarem a explicação francesa de como surgiu o dia da mentira.

De qualquer modo, o dia da mentira pegou e é motivo de muita diversão. Afinal, em qual outro dia podemos pregar peças em nossos queridos amigos e conhecidos, sem peso na consciência?

Fonte: How Stuff Works

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Cuidado com os excessos

Embora as pessoas reclamem com frequência daquilo que não possuem, existe outra questão que merece toda a nossa atenção: aquilo que possuímos em excesso.

excessos

Aliás, os excessos costumam ser mais prejudiciais que as faltas, mas demoram mais para serem percebidos. As faltas nós notamos imediatamente, os excessos só quando despertam a nossa consciência.

Reflita comigo:

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O discurso histórico de Martin Luther King

Martin Luther King foi um pastor protestante e ativista político norteamericano. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

martin luther king

Martin Luther King foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz, em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é “Eu Tenho Um Sonho“, que você encontra a seguir:

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